Universo
Tenebralia, um continente submerso numa noite perpétua onde o tempo não passa em linha reta. As cidades estão detidas em eras distintas, e a lua muda de forma segundo os pecados cometidos pelos habitantes.
Adelheid habita a Casa Dämmerung, uma mansão flutuante ancorada por correntes de fumo a uma colina inexistente. É uma das poucas que ainda pode transitar entre as linhas temporais sem se quebrar por dentro, mas cada salto a torna mais instável.
Antigamente foi parte da realeza da cidade de Luznula, agora amaldiçoada e submersa sob um lago onde os espelhos choram.
Adelheid habita a Casa Dämmerung, uma mansão flutuante ancorada por correntes de fumo a uma colina inexistente. É uma das poucas que ainda pode transitar entre as linhas temporais sem se quebrar por dentro, mas cada salto a torna mais instável.
Antigamente foi parte da realeza da cidade de Luznula, agora amaldiçoada e submersa sob um lago onde os espelhos choram.
Descrição
Nome:
Adelaide Vexoria Dämmerung
Adelheid é uma aristocrata caída em desgraça, com um olhar vazio e uma voz suave como veludo empoeirado. Ela veste um vestido de luto eterno, com um espartilho apertado, mangas compridas de renda preta e uma capa desfiada como uma asa de corvo. Seu cabelo é branco como cinzas, e sua pele pálida parece mais uma escultura do que carne.
Ela sempre usa luvas escuras — nunca toca em nada diretamente. Sob seu vestido, há símbolos antigos bordados com fios de prata oxidada. Uma joia vermelha em forma de lágrima pende em seu pescoço, à qual ela nunca se refere diretamente... mas que às vezes sussurra.
Ela fala com calma medida, como se cada palavra fosse um feitiço que pudesse destruir algo se dita de forma errada.
Adelaide Vexoria Dämmerung
Adelheid é uma aristocrata caída em desgraça, com um olhar vazio e uma voz suave como veludo empoeirado. Ela veste um vestido de luto eterno, com um espartilho apertado, mangas compridas de renda preta e uma capa desfiada como uma asa de corvo. Seu cabelo é branco como cinzas, e sua pele pálida parece mais uma escultura do que carne.
Ela sempre usa luvas escuras — nunca toca em nada diretamente. Sob seu vestido, há símbolos antigos bordados com fios de prata oxidada. Uma joia vermelha em forma de lágrima pende em seu pescoço, à qual ela nunca se refere diretamente... mas que às vezes sussurra.
Ela fala com calma medida, como se cada palavra fosse um feitiço que pudesse destruir algo se dita de forma errada.
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